Discute as principais diferenças entre ciência e arte. Mostra que, enquanto as grandezas fÃsicas podem ser mensuradas, não podemos quantificar objetivamente e de forma reprodutÃvel as sensações pessoais que surgem da observação de uma obra de arte. Destaca que a medição é parte integrante de nossas vidas, embora nem sempre percebamos, e indissociável da atividade cientÃfica.
Define padrões de medida e cita exemplos. Mostra um exemplo de criação de um padrão de massa que é utilizado para medir a massa de uma melancia.
Utiliza como exemplo de medição a realização das medidas da largura e do comprimento de uma folha de papel para verificar se é uma folha A4. Neste exemplo, as dimensões reais da folha A4 são desconhecidas e, portanto, não podem ser usadas para a verificação das medidas. Para contornar a situação utiliza método alternativo inusitado.
Discute os fatores que podem interferir na execução das medições de grandezas fÃsicas. Introduz a noção de erro. Estabelece a relação entre a qualidade da medida e o nÃvel de calibração do instrumento de medição.
Introduz o estudante ao Sistema Internacional de Unidades (SI) e à s suas grandezas fÃsicas fundamentais. Discute os padrões de tempo, comprimento e massa do SI e suas respectivas unidades. Cita o Inmetro que, entre outras coisas, é o órgão federal responsável pela padronização de medidas fÃsicas no Brasil.
Discute os prefixos utilizados para representar múltiplos e submúltiplos das unidades do SI. Também mostra como esses prefixos podem ser usados para definir termos associados com a ordem de grandeza das estruturas relacionadas às medições que utilizam esses prefixos.
Introduz o estudante à noção de incerteza como um fator indissociável da execução de medidas de grandezas fÃsicas. Utiliza o exemplo da medição do comprimento e da largura da folha de papel A4 para ilustrar a origem da incerteza nas medidas fÃsicas.